Pagamento será realizado nos dias 7 e 8 de outubro e vai injetar R$ 661 milhões na economia paraense antes do Círio de Nazaré
O Governo do Pará confirmou a antecipação do pagamento da primeira parcela do 13º salário dos servidores públicos estaduais. O benefício será depositado nos dias 7 e 8 de outubro, contemplando mais de 161 mil servidores, entre ativos, inativos e pensionistas.
A medida, adotada de forma contínua desde 2019, busca garantir maior tranquilidade financeira aos trabalhadores e impulsionar a economia local, especialmente no período que antecede o Círio de Nazaré, uma das celebrações mais importantes do Estado.
Com a antecipação, o Governo do Pará vai injetar cerca de R$ 661 milhões na economia estadual, fortalecendo o comércio e os serviços em todas as regiões. Segundo o Executivo, a decisão é resultado da organização fiscal e do equilíbrio das contas públicas, que permitem manter um planejamento responsável e previsível para o funcionalismo.
De acordo com o governador Helder Barbalho, o adiantamento tem como objetivo oferecer mais segurança e planejamento aos servidores.
“Como fazemos todos os anos, vamos garantir que os trabalhadores recebam metade do 13º antes do Círio, um período tão simbólico para o nosso povo”, destacou.
A iniciativa reforça a política do governo estadual de valorização do servidor público e de estímulo à atividade econômica, especialmente em momentos de grande movimentação financeira no Pará.
Calendário de pagamento
- 7 de outubro (terça-feira) – Inativos militares, pensionistas civis e militares, inativos civis e beneficiários de pensões especiais da Seplad;
- 8 de outubro (quarta-feira) – Servidores da administração direta e indireta, incluindo secretarias, autarquias, fundações e órgãos como Seplad, Sefa, Sespa, Seduc, Polícia Civil, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Detran, Emater, Funtelpa, Santa Casa, Hemopa, Uepa, entre outros.
Com a antecipação consolidada no calendário estadual, o Governo do Pará reforça seu compromisso com o funcionalismo e contribui para aquecer a economia às vésperas de uma das maiores manifestações religiosas do país.
Foto: Divulgação/Agência Pará




