Pará
FIPA 2026 REÚNE INVESTIMENTOS, INOVAÇÃO E DEBATES ESTRATÉGICOS PARA O FUTURO DA INDÚSTRIA NA AMAZÔNIA
Feira fortalece conexões entre empresas, especialistas e instituições em uma agenda voltada ao desenvolvimento econômico, sustentabilidade e novas oportunidades para o Pará A XVII Feira da Indústria do Pará (FIPA 2026)…

Feira fortalece conexões entre empresas, especialistas e instituições em uma agenda voltada ao desenvolvimento econômico, sustentabilidade e novas oportunidades para o Pará
A XVII Feira da Indústria do Pará (FIPA 2026) consolidou mais um dia de programação intensa nesta sexta-feira (22), no Hangar Centro de Convenções da Amazônia, em Belém, reunindo lideranças empresariais, especialistas, representantes do setor produtivo e instituições em torno dos principais desafios e perspectivas para o desenvolvimento industrial da região amazônica.
Com uma programação que combina debates técnicos, geração de negócios e experiências voltadas à inovação, o evento vem se consolidando como um espaço de articulação entre conhecimento, investimentos e oportunidades para diferentes segmentos da economia.
NOVA ECONOMIA AMAZÔNICA NO CENTRO DAS DISCUSSÕES
Ao longo do segundo dia do congresso técnico da feira, temas ligados à transformação econômica da Amazônia ganharam protagonismo. Sustentabilidade, energia, mineração, inovação e competitividade industrial estiveram entre os assuntos debatidos por especialistas e representantes de grandes setores produtivos.
Entre os painéis de destaque esteve a discussão sobre oportunidades para fornecedores locais dentro da cadeia de petróleo e gás, abordando o potencial de expansão do setor e os impactos econômicos para o Pará.
Outro tema que ganhou espaço foi o fortalecimento da presença feminina na economia. O lançamento do estudo “Mulheres na Economia do Pará” trouxe dados e reflexões sobre a participação das mulheres na atividade econômica e seu impacto no desenvolvimento regional.
SUSTENTABILIDADE E TRANSIÇÃO ENERGÉTICA GANHAM FORÇA
As discussões também avançaram sobre modelos de desenvolvimento alinhados às exigências ambientais e às transformações do mercado global.
Economia circular, rastreabilidade da produção e estratégias para ampliar a competitividade amazônica estiveram entre os eixos debatidos, reforçando o papel da sustentabilidade como vetor de crescimento econômico.
A programação incluiu ainda reflexões sobre inovação e economia criativa, destacando a integração entre cultura, tecnologia e novos modelos de negócios.



